Pular para o conteúdo
Essencial Poços Artesianos Pedir orçamento

Artigo

Alta demanda por poços artesianos: como se planejar antes da seca

Quando as chuvas param, córregos, cisternas e poços rasos baixam, e a procura por poço artesiano dispara. Veja por que isso acontece e como se planejar para não depender de caminhão-pipa nem entrar na fila na hora do aperto.

  • Por Equipe Essencial Poços
  • 3 min de leitura
Sonda de perfuração de poço sobre um caminhão em uma chácara na seca, com capim seco, terra vermelha, árvores do cerrado e uma caixa d'água azul ao fundo

Todo ano, quando as chuvas param, a cena se repete no campo e nas chácaras: o córrego que abastecia a propriedade baixa, a cisterna seca, o poço raso começa a puxar ar e o caminhão-pipa vira rotina. É nessa época que a procura por poço artesiano mais cresce, e quem deixa para resolver na hora do aperto encontra agenda cheia e espera longa.

Por que a procura aumenta na seca

No Triângulo Mineiro e no Alto Paranaíba, o período seco costuma ir de maio a setembro. Nesses meses, as fontes que dependem diretamente da chuva são as primeiras a sentir: córregos, represas, cisternas e poços rasos. O poço tubular profundo capta água de aquíferos mais protegidos, que costumam variar menos ao longo do ano.

A seca não é o único motivo. Também puxam a procura:

  • os condomínios de chácaras e os loteamentos sem rede pública de água;
  • a irrigação, a criação de animais e o uso na agroindústria;
  • empresas que querem uma reserva própria ou reduzir a conta de água;
  • quem já passou por falta de água e não quer passar de novo.

O que acontece quando todo mundo procura ao mesmo tempo

Na corrida da seca, a agenda das perfuradoras enche. E a perfuração não começa no dia seguinte ao pedido: antes, vem a visita técnica, o estudo do local e a autorização de perfuração no IGAM, que tem o seu próprio tempo. Enquanto isso, a propriedade depende de soluções caras e provisórias, como o caminhão-pipa.

Como se planejar

  1. Comece na época das chuvas. A visita, o estudo e a documentação podem ser feitos com calma, e a obra entra na agenda antes da corrida.
  2. Faça as contas do consumo. Quantas pessoas, animais, área irrigada, piscina, uso na empresa. É isso que define o poço, a bomba e se o caso é de cadastro de uso insignificante ou de outorga no IGAM.
  3. Escolha o ponto certo. O estudo da geologia e dos poços da região ajuda a escolher o local e a estimar a profundidade. No Triângulo, os poços costumam captar água em camadas de arenito e em rochas fraturadas, como o basalto. Quanto de água o poço vai dar só se confirma na perfuração e no teste de vazão.
  4. Contrate quem faz o poço completo. Responsável técnico, revestimento e filtros adequados ao terreno, laje de proteção sanitária, teste de vazão e análise da água. Poço mal feito pode puxar areia, perder água ou contaminar o aquífero.
  5. Cuide do poço que você já tem. A seca é o teste do poço. Revisar a bomba e medir o nível da água antes do período seco evita a bomba trabalhando a seco e a falta de água no pior momento.

Poço não é solução mágica

A água subterrânea também precisa de cuidado. Poços demais em uma mesma área, bombeamento acima do que o aquífero repõe e poços abandonados sem lacre prejudicam todos os vizinhos. É por isso que existe a regularização no IGAM: ela define quanto cada poço pode retirar e ajuda a proteger a água de todos.

A Essencial faz o estudo do local, a documentação, a perfuração e a manutenção de poços em Uberlândia, no Triângulo Mineiro e no Alto Paranaíba. Se a última seca apertou, o melhor momento para começar é antes da próxima. Fale com a equipe.

Este conteúdo é informativo. Cada poço e cada terreno são diferentes, e as regras de regularização podem mudar: para o seu caso, fale com a equipe da Essencial.

Continue lendo

Outros artigos

Perfuração, manutenção, regularização e qualidade da água em linguagem simples.

Fale com a Essencial

Vamos levar água até você?

Conte o que você precisa: a equipe avalia o seu caso e responde com o orçamento, sem compromisso.

Voltar ao topo